Olinda Beja, escritora e poetisa são-tomense

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    “À sombra do Oká: os caminhos áridos da mestiçagem”
    Com dinamização de Lurdes Macedo e Rosa Cabecinhas, a Tertúlia com Olinda Beja decorreu no dia 8 na...
    “À sombra do Oká: os caminhos áridos da mestiçagem”
    Com dinamização de Lurdes Macedo e Rosa Cabecinhas, a Tertúlia com Olinda Beja decorreu no dia 8 na Livraria Centésima Página em Braga e contou com a participação de um grupo alargado de estudantes, docentes e público em geral, envolvido pelas palavras da autora. Entre as experiências pessoais relacionadas com o seu regresso a São Tomé e Príncipe, já com 39 anos, e o contacto com a família alargada, a escritora e poetisa conta histórias que pensam a relação com o Outro. A diversidade das ilhas, a sua fauna e flora, mas também a sua diversidade cultural, são referidas por Olinda Beja, que chama a atenção para o desconhecimento da história de São Tomé e para a necessidade de desconstruirmos narrativas históricas hegemónicas de modo a percebermos a aridez dos caminhos da mestiçagem no país. Como refere Rosa Cabecinhas “pelo amor se faz o contacto com o Outro” e o sentimento que nutre por São Tomé e Príncipe é colocado em cada palavra que declama, apresentando-nos em forma de despedida um poema do seu primeiro livro “Bô Tendê?”.
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